o caminho do alcool

O álcool dentro do corpo

 

Ao tomar um gole, a bebida desce pelo esôfago
e chega ao estômago, onde cerca de 20% das moléculas de etanol são absorvidas e entram no sangue
O restante das moléculas de etanol passa direto para o intestino delgado, onde são absorvidas e caem na corrente sanguínea.
Uma vez no sangue, as moléculas de etanol são transportadas para todos os tecidos do corpo, como fígado, cérebro, rins e coração.
Após absorvido pelo sangue, 10% do álcool é eliminado pelo suor, saliva, urina e pela respiração (processo que permite que a bebida seja detectada por bafômetros).
A maior parte do álcool é metabolizada pelo fígado. Isto é, as moléculas de etanol são quebradas em partes menores até serem transformadas em gás carbônico e água.
O fígado consegue processar apenas uma dose de álcool por hora (o equivalente a uma latinha de cerveja). Acima disto, o etanol continua circulando no sangue – e intoxicando o corpo – até ser completamente destruído pelo fígado.

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Anatomia da ressaca

 

 

  • dor de cabeça
    O álcool provoca a dilatação dos vasos
    sanguíneos do cérebro, provocando dor.
  • sede e boca seca
    A sede e boca seca na manhã seguinte
    são sinais de que o corpo está desidratado.
  • cansaço e fraqueza
    Ao beber, o nível de glicose no
    sangue baixa, contribuindo para as
    sensações de cansaço, fraqueza e
    alterações de humor.
  • enjoos e náuseas
    A bebida ataca o aparelho digestivo e aumenta
    a produção de suco gástrico e de secreções
    intestinais, podendo resultar em gastrite, náusea
    e vômito.
  • sonolência
    O álcool desregula a produção de
    glutamina, um estimulante natural do
    organismo. Isso agita o cérebro
    impedindo um sono profundo e reparador.
  • sensibilidade à luz
    Neurotransmissores, responsáveis por captar estímulos como luz e sons, são inibidos pelo álcool. Quando o efeito passa, ficam superestimulados e a pessoa fica mais sensível.

Via Uol

 

Veja também:  Caldo antiressaca