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Comida de Rua, lançado pela jornalista Bianca Paulino Chaer na última sexta-feira (27), é o primeiro guia para conhecer o melhor da baixa gastronomia paulistana e conta história de cada um dos pratos pelas ruas da cidade.

 

Fran Vergari

O livro tem indicações de lugares, descrição detalhada dos pratos, a história por trás de cada banquinha e seus “chefs”, com dicas preciosas para quem quer sair pelas ruas de São Paulo experimentando de tudo um pouco. Tem ainda com uma lista de festas típicas, feiras tradicionais, eventos gastronômicos, índice alfabético de barracas e food trucks, um pequeno manual de etiqueta e um manual de sobrevivência para quem quer comer na rua – do qual tiramos umas dicas para vocês:

 

Coma com os olhos

Se há algo que só a comida de rua pode proporcionar é a certeza daquilo que você está comprando. Tudo acontece bem na sua frente, portanto, procure observar o armazenamento e preparo dos alimentos, se há cuidado e higiene. Não é porque é de rua que tem que ser insalubre.

 

Aprecie com moderação

O sujeito pede um sanduíche de pernil completo, um caldo de cana com limão, aproveita para provar um pastel especial e ganha outro pela metade do preço. Aí ele descobre uma porção de fritas com vinagrete e arremata a refeição com uma raspadinha de groselha. Depois diz que está passando mal e não deveria ter comido na rua…

 

Respeite seu corpo

Se seu estômago é delicado, fuja das comidas mais exóticas, de bebidas fermentadas ou alimentos pesados, preparados com muita fritura ou excesso de óleo. É sempre bom pegar leve nas apimentadas também – lembre-se de que você está na rua.

 

A autora também deu dicas especiais para as leitoras do As Biritas, baseada nas experiências que teve durante toda a apuração do livro – para que ninguém passe por perrengues!

 

Tenha bom-senso

“As regras de etiqueta e bom-senso valem para todos os lugares – inclusive pra rua. Não guarde lugar na fila, não demore muito na hora de fazer o pedido e por favor, não fique reclamando que está muito sol ou muito vento ou muita chuva ou… Lembre-se que você está ao ar livre, portanto está sujeita a esse tipo de coisa”, alerta Bianca.

 

Esteja preparada

Uma mulher prevenida vale por duas, segundo Bianca: “Uma dica legal é ter sempre álcool em gel ou lenços umedecidos na bolsa. Ajuda bastante – nem todos os lugares tem guardanapos disponíveis ou locais para lavar as mãos”.

 

Leve dinheiro

“A maioria dos lugares hoje aceita cartões de crédito, mas é sempre bom ter um dinheirinho trocado para garantir”, recomenda Bianca.

 

Sem frescura!

“Não espere encontrar em todos os locais que for visitar um cantinho para encostar a bolsa ou se sentar. Na maioria das vezes a refeição é feita em pé mesmo, então o ideal é não estar carregada de sacolas”, lembra a autora.

 

E a dieta?

Bianca conta que não gosta muito de contar calorias, mas que dá, sim, para encontrar opções menos gordurosas para comer na rua: “Espetinhos de carne ou frango na grelha, sanduíches de kafta no pão folha com alface e coalhada, saladas e sucos naturais… É só prestar atenção na hora de escolher e não se deixar levar pelas outras tentações no cardápio. No próprio Buzina [Food Truck], por exemplo, que tem hambúrguer e batata frita, tem também opções de saladas muito gostosas!”, recomenda.

 

Todas essas dicas (e muuuuitas outras) estão no livro Comida de Rua! Ele é ótimo para quem gosta de explorar novos sabores e culturas, para quem se interessa pelo tema e também é um ótimo presente – vai que você convence alguém a fazer esse roteiro com você, hein?!