Robôs que fazem sexo ficam mais reais e até já respondem a carícias

 

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Uma das versões masculinas da boneca Real Doll
Em um mundo praticamente utópico, daqueles que pensávamos veríamos apenas em filme, ocorre que Joe encosta em Anita e profere algumas palavras-chave: “O que acontece agora?”.

Ato contínuo, Anita, uma robô com feições humanas responde: “O que você quiser”

Eles transam.

Essa cena realmente foi extraída da TV, do seriado “Humans” do Canal AMC, todavia, essa cena não está longe de ocorrer. Fato que por si só, faz nascer as polêmicas sobre a utilização de máquinas inteligentes para o prazer.

A True Companion, fabrica americana, seria a primeira do mundo a produzir robôs sexuais: o modelo feminino denominado Roxxxy é vendido desde 2.010 e possui sua versão masculina.

Roxxy movimenta a cabeça e fala com seu parceiro (“Estou tão excitada”, é o que ela diz quando é tocada nos seios).

Roxxxy ainda pode ter a aparência customizada com cinco opções de personalidades. Os orifícios possuem sensores e motores para tornar a experiência mais próxima da realidade.

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Anita, personagem robô da série ‘Humans’

 

Douglas Hines falou pela empresa e afirmou que os robôs não traem e não transmitem doenças sexualmente transmissíveis. Além de proporcionar um amor incondicional.
A  True Companion poderá ter uma concorrente em breve, eis que a Real Doll, também americana, trabalha em uma nova versão de suas bonecas realistas.

Assim teremos inovações, quem sabe em breve, eis que o foco é fazer com que os aparelhos também passem a responder com expressões faciais.

Temos que ressaltar que há pessoas contra a relação sexual com robôs, fenômeno que teria o nome de “Robofilia”. Para Kathleen Richardson pesquisadora de robótica da Universidade de Montford, trata-se de fenômeno de transformação de pessoas em objetos.

 

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Boneca Real Doll, robô humanoide usado para fazer sexo

 

SE há as pessoas que não são a favor da prática sexual, o consultor em tecnologia britânico Ian Pearson, que afirma  ter um índice de acerto de 85% em suas previsões para o futuro, assevera que é inevitável que, em algum tempo, transar com robôs seja tão comum quanto com humanos, popularizando a “robofilia”.

Como podemos perceber, estamos diante de uma questão ética-social, o movimento inovador será muito questionado antes, quem sabe, de ser efetivamente adotado.

 

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Imagem de divulgação mostra homem transando com robô True Companion

 

Notas do Tank: Certo é que há pontos favoráveis e negativos à prática. Se de um lado, poderemos optar por um “parceiro-robô” lindo, com corpo escultural, que irá atender todas nossas necessidades e taras, temos por outro lado, a falta do feeling humano, do toque, do olhar. Fatos e situações que não consigo vislumbrar qualquer possibilidade de que serão reproduzidos por robôs.

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