Quando estamos cursando o ensino médio, aprendemos que a ciência pode ser dividida em três grandes “partições”: Humanas, Exatas e Biológicas.

Certo é que, enquanto exceção das exatas, área na qual sempre há comprovação de que 1 +1 = 2 (não necessariamente 2,0, mas isso é assunto para outro blog), temos nas biológicas um certo grau de certeza sobre o tema a ser estudado, nas humanas, por sua vez, não há grau de certeza como nas outras áreas, pois muito depende de ponto de vista, comportamento, etc.

Sendo assim, com a sexualidade não poderia ser diferente, ou seja, a “verdade” no assunto nem sempre é algo provável, demonstrável, para não dizermos, dificilmente, pode-se comprovar os fatos narrados.

mulheres e mentiras

Sendo assim, qual a verdade por trás da sexualidade?

Partindo da conclusão desse texto, entendo que a verdade é a sua própria “verdade”, ou seja, não se deve preocupar com terceiros, com o que se ouve pelos corredores, nos banheiros ou no boteco, o importante é você sentir-se bem com sua vida sexual, não importando para terceiros se você tem uma vida monótona, ativa, super-ativa, parceiro fixo ou não, se é adepto do swing, etc.

O importante é ser feliz, e o resto é o resto.

Entrementes, somos meros mortais. Além disso, quase sempre diminuímos nossa própria imagem e temos um medo extremo do julgamento alheio. Esse fato reflete diretamente quando abordamos nossa sexualidade.

Isso faz com que mintamos ao sermos entrevistados sobre o tema. O homem normalmente se descreve como o “pica das galáxias”, o garanhão, o arrebatador, o cara viril, o “fodão”. Fato esse que pode ser facilmente comprovado logo que temos acesso a qualquer pesquisa, pois, segundo elas, não há homem de pau pequeno, nenhum homem fode menos que 6 vezes por semana (visto que tem que ter um dia para a breja), não há um ser masculino que não tenha feito loucuras e extrapolias sexuais, ou seja, TODO e QUALQUER homem tem performance de dar inveja em qualquer Rocco Siegfried.

Por sua vez, as mulheres tendem a transparecer uma imagem de quase santa, da mãe verdadeira, do “essa é para casar”, sendo uma minoria que acaba por assumir que “transar é bom e eu gosto”. Isso se agrava quando ela acha que há alguma concorrente na parada, ou seja, se ouvir uma história de uma amiga, ela tenderá a demonstrar que faz mais, que é melhor, mais bonita, etc (tanto que dizem que a mulher se veste para outras mulheres e não para os homens).

Se analisarmos conjuntamente as situações descritas acima, para ambos os sexos, podemos verificar uma tendência de autovalorização, de modo a aumentar nossa autoestima, “ficarmos bem na fita, né malandro?!”.

Mas, temos que nos perguntar: Isso é necessário?

Talvez para quem não olhe para ti mesmo sim, mas se você se autovalorizar de acordo com a realidade, levando em conta o valor exato de sua moral e decisões, irá se sentir muito melhor, sem carregar o peso do mundo nas costas. E foda-se se você é mulher e quer sair com vários rapazes em uma semana; ou se você é um homem de 20 e poucos anos ainda virgem, tudo tem seu tempo, sua hora e seu lugar.

Não se pode julgar A, B ou C por ter uma vida sexual pautada em opções próprias, não há certo ou errado, aqui 1+1 nem sempre é 2, até Jesus Cristo nos ensina:

“Que atire a primeira pedra quem nunca “errou””.

Assim, se você quer ou não dar o brioco, siga em frente. Se quer comer 4 mulheres numa noite ou liberar para 4 caras, fiquem à vontade. Se tem pau pequeno, aprenda a usá-lo e demonstre que nem sempre o pau exemplar é o de grandes proporções; se os seus lábios são torcidos, ferre-se isso não vai mudar NADA, absolutamente NADA.

Faça o que tiver com vontade, siga em frente, pense em você, isso lhe fará feliz, independentemente do que as pessoas pensarão. Ou seja, ainda que você minta (verá que é desnecessário), não poderá fazê-lo para si mesmo.

Agora vou indo nessa, pois tenho que usar meus 33 centímetros ainda hoje e tem uma fila de 6 mulheres me esperando. Isso porque nem preciso tomar o azulzinho.

Fiquem em paz.