Infelizmente vivemos em uma sociedade na qual desfrutar do sexo ao máximo é algo pecaminoso, conduta de pessoas que tem um futuro certo pós morte: o inferno.

Certeza que isso é fruto dos ensinamentos religiosos, por vezes distorcidos pelo próprio homem que lançam mão dos valores religiosos para que suas próprias regras sejam seguidas e, em muitos casos, acabe se enriquecendo pela fé.

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É comum, ainda mais com a internet, tornarem públicos escândalos envolvendo mestres religiosos, sejam católicos, evangélicos, budistas, etc. O que se quer dizer é que pouco importa a religião, mas o homem, por si próprio, desnatura os valores verdadeiros.

A base disso é que o homem não pode viver sob o pálio da luxúria, um dos sete pecados capitais, tem que controlar o pecado da carne, superando tentações, etc.

Entretanto, há severas dúvidas sobre o que é certo ou errado no mundo do sexo, tema que – inclusive – envolve um dos maiores mercados capitalistas mundiais.

Sexo grupal, homoafetivo, menage, swing, sado, maso, há infindáveis possibilidade de se inter-relacionar com seus pares e, particularmente, entendo que cada um que cuide da sua própria vida sexual.

Entretanto, por vezes as pessoas aceitam um “desafio”, uma “aventura sexual” e depois se abjuram. Sim, se arrependem.

É o caso de Anderson que topou um convite do casal Frederico e Alexandra, que amava realizar festinhas marotas em casa. Semanalmente, o casal convidava amigas para orgias. Porém quiseram adotar um “plus”, convidar Anderson para a festa.

 

Assim, conversa vai, conversa vem, bebida vem, bebida vem, bebida vem, foram para os “finalmentes”. Quando Anderson viu Alexandra, foi para cima dela. Mas, como na vida “aqui se dá, aqui se toma”, Frederico foi para cima dele.

Anderson ficou contrariado, mas acabou usando o pau de Frederico como forma de kibe e o jantou “para dentro”.

Após o término da suruba, Anderson se viu contrariado e entrou com processo por danos morais contra o casal, por ter perdido a virgindade anal.

Segue abaixo a figura publicada no site “Não entendo Direito”, com a solução do caso.